Dá um Tempo!

a_tempoTodo ano é a mesma coisa. Esse planetinha safado dá mais uma volta em torno do sol e mais um pé de galinha aparece no meu rosto. Confesso que ainda tento entender essa ligação e retardá-la seguindo a filosofia do filtro solar.  Mas não adianta fugir, sempre acontece.

Cada volta em torno do sol traz uma surpresa.  Cai cabelo, nasce cabelo (branco!), os dentes vão para o telhado e aguardam a visita da fada, as fraldas dão lugar ao uniforme do pré-primário, depois ao maiô da natação e definitivamente à minissaia.  E há quem diga que a partir daí é só ladeira abaixo.

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Jingle Bells Rock

grilo falante Verde, vermelho, dourado, azul e amarelo… são as cores da moda. E não estou falando da    moda que estampa as ruas ou que pode ser vista nos fashionistas mais badalados do Brasil.  Estas cores estão presentes nas árvores, nas portas e nas luzinhas piscantes por quase todo o canto da cidade. São cores que têm cheiro, textura e memória, elas anunciam o Natal.

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Sex, disgust and the City

Após um longo e tenebroso inverno e muitos meses pensando diariamente “preciso postar algo no meu blog” hoje finalmente algo me inspirou. É certo que todos os dias eu vejo ou ouço alguma coisa que me faz pensar “hummm isso realmente daria um post”, mas sempre surgiu algo mais urgente para fazer, como dormir profundamente em qualquer tempo livre que houvesse. Mas hoje, nada mais me distrai ou merece minha atenção a não ser  O Sexo e a Cidade.

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A Casa da Vó

A casa da Vó é um lugar sagrado. Não é como a casa da mãe Joana, nem a casa da Dinda.

Casa da Vó é coisa séria. Casa da Vó tem cheirinho de café recém moído e coado no pano. Casa da Vó tem macarronada de domingo e guaraná maçã na mesa.

Vó com quintal tem jabuticabeira, bananeira, mangueira com balanço de corda. Vó com quintal faz pamonha e joga as palhas do milho pelo chão.

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Pensamentos Bíblicos

Os ciclos da vida e o livro de todos os tempos

Esta manhã, enquanto tomava meu café, fiquei pensando… Por que certas coisas acontecem e, pior ainda, porque sempre tem alguém com uma explicação sobrenatural?

(sic) “Olha… é olho gordo, use um dente de alho no bolso” (hein?).

“Ah.. só pode ser karma, faça limpeza dos chakras”.

“ Bom, eu acho que você precisa ir à missa…”

De onde vêm estas frases? Ok, eu explico.  Há algum tempo, tipo uns 04 meses, tenho vivido uma das piores estações da minha vida. É.. me refiro à estação do ano mesmo. Desde o fim de maio aproximadamente tenho vivido o inverno. Sei que já entrou setembro e a boa nova começou a andar nos campos, mas, o nono mês do ano já até saiu do calendário e a boa, a nova, aquela… ainda não passou por aqui.

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Como Fazer um Macarrão Pseudo Chic

Bom, inaugurando o Manual de Sobrevivência para Recém-Casados pensei em vários temas. Primeiro, pensei em falar sobre as visitas que recebemos logo após o casório e as infinidades de cafés e afins que fazemos para receber os amigos… Mas… esta é a parte mais fácil do negócio, o duro é quando vem os parentes. Principalmente se você não tem muita intimidade ou se são parentes do cônjuge (oh palavra enjoada, detesto). Ai a porca torce o rabo. E é justamente em homenagem a esta suína que o primeiro post será uma receita, comum na internet, mas adaptada por mim (com muita criatividade, admito rs)  e com foto e tudo.

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O Menino do Pijama Listrado


Este título é mais um best-seller adaptado para o cinema. E não há nada de depreciativo quando digo “mais um”.

Como muitos outros, O Menino do Pijama Listrado é uma daquelas histórias construídas em nossa imaginação a partir do relato passo a passo em letras… e sem nenhuma imagem.

Até que alguém decide que tanta beleza deve ser acessível também em cores, com uma fotografia sensacional e um apelo delicado aos ouvidos.

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Marley, Lambrusko e Eu

É engraçado como as coisas não acontecem até acontecer (hã). Quando John Grogan lançou o seu saudoso Marley e Eu, uma amiga apaixonada por cachorros foi logo comprar e, após devorar o livro me emprestou.

E ele ficou ali.. na minha cabeceira semanas… até que ela pediu de volta e lá se foi o Marley, seu “eu” (rs).

Até que a cara do cachorrinho na capa era amistosa e eu realmente queria saber o que ele fez para merecer um livro. Minhas referências de animais famosos até então eram a Lessie, o Tim Tim e o Benji, depois deles (beeem depois) veio o Bethoveen, o Magnífico.

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Tempo, Tempo, Mano Velho…

Estou velha e chata. E não me pergunte por que eu “acho” isso. Eu não acho, eu sei que estou. E explico.  Não estou afirmando isso por conta de ter encontrado meia dúzia de cabelos brancos, perceber que meu metabolismo está mais lento e que a celulite e as gordurinhas, sempre tão distantes de mim, fazem parte agora da minha vida. Digo que estou velha por causas mais abstratas que essas.

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